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Da base ao primeiro contrato profissional, a trajetória de Davi de Souza

Davi de Souza, 16 anos, fruto das categorias de base da AFEG (Guabiruba) e do Santos Dumont, com passagem por quatro anos no Figueirense, assinou contrato profissional de três anos com o Internacional.

Davi de Souza assinou com o Internacional (Foto: Divulgação?Arquivo Pessoal).
Davi de Souza assinou com o Internacional (Foto: Divulgação?Arquivo Pessoal).

 “Uma honra enorme fazer parte deste clube, para chegar até aqui tive de dar passo a passo, buscar evoluir, sempre com os pés no chão, mas almejando coisas maiores”, frisou.

Recentemente, atuando pelo colorado e com dois gols na competição, Davi jogou a Copa Santiago – Sub 18 (entre os artilheiros da equipe, com um pênalti convertido nas quartas de finais). O Inter caiu nas semifinais para o Palmeiras, num total de sete partidas, com seis vitórias. Davi já tinha disputado a tradicional competição pelo Figueirense.

Falando do Furacão do Estreito, a história de Davi se passou em câmera lenta, pelos quatro anos na escola.

Davi ficou quatro anos na base do Figueirense, de 2015 a 2019 (Foto? Arquivo Pessoal/Divulgação).
Davi ficou quatro anos na base do Figueirense, de 2015 a 2019 (Foto? Arquivo Pessoal/Divulgação).

“Quartos anos não são quatro dias, passei por momentos bons e ruins, sempre com o apoio da família, foi um grande aprendizado onde conseguir evoluir bastante”, destacou.

O desempenho de Davi desde os primeiros treinos foi no meio-campo e a partir do ingresso na categoria infantil, D. Souza passou a atuar como volante.

“Gostei e fui me acostumando”, frisou.

Após a Copa Santiago, Davi entrou de férias, até o dia 17 de fevereiro. Depois retornará aos treinos no CT da Alvorada, visando o Campeonato Brasileiro, Campeonato Gaúcho e Copa do Brasil – todos pela categoria SUB 17.

O ritmo de treinos e jogos é intenso, praticamente com o ano todo voltado para defender as cores do Inter.

Davi converteu o pênalti pelas quartas de finais da Copa Santiago, pelo Inter.
Davi converteu o pênalti pelas quartas de finais da Copa Santiago, pelo Inter (Foto; Divulgação).

“Para esse ano o objetivo é ser titular do Inter, fazer um bom brasileirão, ser campeão gaúcho, uma boa Copa do Brasil e quem sabe chegar na seleção de base”, comentou.

O jovem talento, que nasceu em São Bento do Sul,com fortes raízes em Brusque e Guabiruba (desde os primeiros meses de vida), não só pelo futebol, mas, pela presença da família, que desempenha funções profissionais e empresariais, não vislumbra o futuro sem olhar para traz.

Davi de Souza durante entrevista na Rádio Diplomata FM.
Davi de Souza durante entrevista na Rádio Diplomata FM.

“Sempre olho para traz e vejo quem me ajudou, então sempre agradeço a eles pela evolução que me deram ao longo desses anos”.

Davi ficou na AFEG dos sete anos aos 11, passou pelo Santos Dumont, até os 13, antes de embarcar numa dura jornada na capital catarinense – entre idas e vindas, com apoio irrestrito da família.

O pai de Davi, Fábio de Souza, conta que todo o acompanhamento desde os primeiros passos, sempre teve o contrato irrevogável com os pais, Fábio e Márcia. Davi precisaria conciliar estudo e futebol e não só isso, apresentar boas notas.

Davi de Souza e o pai, Fábio de Souza, após assinatura de contrato com o Inter (Foto/ Divulgação)).
Davi de Souza e o pai, Fábio de Souza, após assinatura de contrato com o Inter (Foto/ Divulgação)).

“Foi uma troca. O projeto de vida é ser jogador, mas é preciso estudar (ter um plano B) mesmo assim. Ele mesmo procurou responder, tanto que quando precisou de média e frequência em dezembro devido à mudança para o Rio Grande do Sul, (precisou faltar o mês todo na aula), ele não reprovou por faltas e já tinha médias para passar nas matérias: dizia: filho, estude para quando precisar faltar tuas faltas não te façam falta. Esse comprometimento dele com os estudos é muito gratificante”, comentou Fábio.

“Tem que ter cabeça no lugar, principalmente a cabeça de atleta – se vai do céu ao inferno em 24h muda tudo, basta uma jogada ou uma mudança interna. Quando a gente passou por uma situação desconfortável, sempre buscamos contornar, não se pode deixar acomodar no futebol. Sempre almejamos o melhor com planejamento e ambição saudável para o crescimento continuo, destacou o pai do atleta.

Entrevista com jogador Davi de Souza na Rádio Diplomata.
Entrevista com jogador Davi de Souza na Rádio Diplomata.

O sucesso de Davi é motivo de orgulho para o seu primeiro treinador, Márcio Cesari, do projeto Afeg de Guabiruba.   

“Sempre foi um menino dedicado, temos que agradecer, pois sempre que vestia a camisa da Afeg se dedicava muito – em termos de disciplina indiscutível e na parte técnica/tática também era muito aplicado e procurava fazer da melhor maneira possível em todas as posições, um grande orgulho sem dúvida”, destacou o treinador Márcio.

Da base ao primeiro contrato profissional, a trajetória de Davi de Souza
Da base ao primeiro contrato profissional, a trajetória de Davi de Souza

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