Conselho Municipal da Educação aprova resolução voltada à Educação Especial

O Conselho Municipal da Educação (Comed) aprovou resolução voltada à educação especial.

Outras notícias da semana

Brusque enfrenta estiagem rigorosa em 2020

A Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil de Brusque realizou um balanço da quantidade de chuvas registradas no município este ano. De acordo com...

Diretora do SENAC fala sobre inscrições para o Vestibular, Pós-Graduação e volta de cursos presenciais

Gradativamente os cursos presenciais são retomados e o SENAC se prepara para receber novos alunos através do vestibular 2021 e também nos cursos de...

Mais dois candidatos são sabatinados durante assembleia do GRUPIA

Foi realizada na manhã de quinta-feira (22), a segunda etapa da Sabatina com os candidatos à majoritária no pleito eleitoral de 2020...

Delegados comentam operação que prendeu em Brusque acusado pela morte de policial civil, no Pará

Na tarde desta sexta-feira (23), foi preso em Brusque, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela justiça paraense, um homem...

O Conselho Municipal da Educação (Comed) aprovou resolução voltada à educação especial. O documento fixa e institui normas da política da educação especial que prevê os serviços e atendimentos aos estudantes com deficiência; transtorno do espectro autista e altas habilidades e superdotação.

Educação
Conselho Municipal da Educação aprova resolução voltada à Educação Especial. (Foto: Divulgação / SECOM)

Conforme explica a psicóloga escolar Jaqueline Bulin Vieira, a resolução garante avanços dentro da educação especial na medida em que estrutura os serviços de forma alinhada com as políticas nacionais com a perspectiva de uma política inclusiva. “O foco é promover cada vez mais a inclusão de todo tipo de diversidade, tendo como público-alvo crianças com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades, como superdotação”.

De acordo com a profissional da Secretaria da Educação a resolução também estrutura o Núcleo de Apoio Multiprofissional da Educação Inclusiva (Namei). Essa equipe é constituída por três pessoas, a própria Jaqueline (psicóloga), além de Elisete das Neves Corrêa (psicopedagoga) e Paola Baron (fonoaudióloga). Estes profissionais trabalham em parceria com os professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), que atuam diretamente dentro das escolas. “São profissionais que fazem atendimento diretamente aos alunos, atuam no contraturno escolar com estudantes e trabalham de forma alinhada com professores do “ensino comum” visando a inclusão, garantia, permanência e participação do estudante que faz parte do público alvo”, comenta.

Os professores do AEE são responsáveis por pensar o processo de adaptação, currículo e flexibilização, trabalhando de forma articulada com outros profissionais. Outra mudança é referente aos profissionais de apoio, denominados de monitor escolar II. São eles que têm a atribuição de garantir o processo de locomoção, higiene, alimentação e interação social para casos em que há maior comprometimento de autismo. “É importante destacar que tanto o monitor quanto o educador social cumprem os mesmos requisitos para trabalhar com o Ensino Médio, mas a diferença é de que o monitor escolar II é um cargo com vínculo mais direcionado ao magistério, já o educador, em sua essência, tem a abrangência mais voltada à Assistência Social”, explica Jaqueline.

Ela ressalta que o grande ganho da resolução é a equipe multidisciplinar que vai produzir esse assessoramento aos alunos de forma integrada. “O núcleo (Naemi) faz uma formação mensal com todos os profissionais que atuam diretamente (professores do AEE) e também de forma indireta (demais professores, diretores, coordenadores, entre outros).

Somente em 2018, foram identificados 432 casos de estudantes atendidos pela Educação Especial. Até a primeira semana de abril foram contratados 135 profissionais (monitores II) para garantir esse apoio nas escolas de Brusque para crianças com nível de autonomia prejudicado. O sistema ainda conta com 25 profissionais do AEE (Atendimento Educacional Especializado) e 5 intérpretes de libras.

No Brasil, com base no Censo Escolar divulgado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), somente em 2018 foram detectados 105.842 mil alunos com TEA (Transtorno do Espectro Autista). O número é quase 40% superior a 2017, quando foram detectados 77.102 mil crianças e adolescentes com autismo que estudavam na mesma sala que pessoas sem deficiência.

Segundo a psicopedagoga da Secretaria da Educação de Brusque, Elisete das Neves Corrêa, a realidade na cidade não é diferente, com casos cada vez mais frequentes de crianças identificadas com o transtorno. “Podemos identificar em Brusque uma demanda crescente, por isso é importante a cidade estar cada vez mais preparada para acolher e dar o suporte necessário para que estes estudantes se sintam acolhidos”, ressalta.

Últimas postagens

Boletim Epidemiológico de quarta-feira, 28 de outubro

Boletim Epidemiológico de quarta-feira, 28 de outubro A Prefeitura de Brusque, por meio da Vigilância em Saúde, registrou 6...

Angeloni contrata

Angeloni de Brusque contrata: Líder de mercearia;Líder de padaria produção e balcão;Operador de caixa;Açougueiro;Auxiliar de Produção – Padaria;Técnico em...

Atleta apoiado pelo Bandeirante vence ultramaratona em Bombinhas

Ao longo de sua história, a Sociedade Esportiva Bandeirante sempre apoiou atletas de diferentes modalidades. Há seis meses, o clube disponibiliza sua estrutura para os...

Brusque FC relaciona 19 atletas para enfrentar o Ituano

O técnico Jerson Testoni relacionou os seguintes atletas para a partida contra o Ituano, nesta quinta-feira (28), em Itu. Goleiros: Dida...

Endorfina – Resultado de 28 de outubro de 2020

Chapa de carnes da Golden Bier. Durante o mês de Outubro, de quinta a domingo ao meio dia tem almoço Campi Buffet,...
Publicidade
WhatsApp chat